Skimboard
Por: Redação BS
Publicado em: 08/2006
O skimboard pode ser encarado como o surf na mão contrária. Ao invés de, dentro da água o atleta buscar as ondas, ele faz o caminho contrário, deslizando da areia para o mar. Com uma prancha de formato semelhante à de surf, menor e mais leve (com cerca de dois quilos) jogada na areia, o praticante pula sobre ela indo de encontro com as ondas que se formam à beira-mar.
O “sonrisal” é uma prancha redonda e bem fina de madeira, com a qual os praticantes deslizam na marola que chega à areia. É mais voltado às piruetas do que às grandes manobras, mas é muito radical e divertido. Os primeiros registros que se têm da modalidade vêm do Brasil. Há indícios de que crianças da tribo indígena Carijó, no Paraná, tenham dado início ao “sonrisal”, ainda no século XVII, muito antes de surgir o skim.
O bacana do skimboard, especialmente pra quem não é muito bom nadador, é que a resistência física e a natação propriamente, não são tão importantes como no surf, em que o atleta tem que nadar muito pra vencer as ondas. As manobras mais clássicas são as batidas e os 360º.
O esporte, que se expandiu na década de 60 pela Califórnia, se espalhou na seqüência por todo EUA, e logo seguiu para Austrália, Japão, Portugal, entre outros. No Brasil, chegou nas praias cariocas em meados de 1980. Há competições nacionais, como o Rio Open, e internacionais, a exemplo da Skimboard World Cup.
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