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wakeboard
Por: Redação BS
Fotos: André Durão
Publicado em: 08/2006
Uma prancha presa aos pés puxada por lancha ou jet-ski e um praticante que voando em manobras: esse é o wakeboard. O primeiro modelo caiu nas águas, no início da década de 1980, por surfistas em busca de novas aventuras em represas, rios e no próprio mar. Em dias sem ondas, pegavam um cabo, amarravam em uma lancha e iam brincando com a prancha de surf atrás.
O esporte foi evoluindo, primeiramente com as próprias manobras e batidas do surf. Depois, as alças para os pés foram inseridas, e surgiram os pulos, aumentaram os aéreos. Assim, o esporte começou a ter mais influência do snowboard e do skate, com manobras, inclusive, em corrimãos e rampas.
Em seguida, veio o handle (manete), que prende o barco à prancha – esta com extrema facilidade para afundar, levantar e flutuar, de pontas sem bico, com rabetas e quilhas nas duas extremidades. Com isso, o atleta ganhou mobilidade, o que o possibilitou a radicalizar mais, ampliando o alcance das manobras na água e no ar.
Desde 1998, acontece o Campeonato Brasileiro, organizado pela ABW (Associação Brasileira de Wakeboard), e que está cada vez mais organizado e com etapas por todo o país. Todo ano o esporte cresce com mais divulgação, competidores, imprensa especializada, além dos circuitos regionais, que têm como maior objetivo divulgar o wakeboard pelo Brasil e os campeonatos com grande visibilidade, como o Ballantine´s Summer Games, o X-Games e as etapas do Mundial.
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